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Flir
As câmeras termográficas FLIR permitem visualizar variações de temperatura e localizar anomalias sem contato — acelerando a inspeção termográfica e ajudando a evitar falhas, paradas e riscos em campo.
Essa categoria reúne modelos portáteis voltados a eletricistas, inspetores prediais e equipes de manutenção, com opções para inspeções rápidas ou rotas completas com documentação.
Aplicações mais comuns
- Inspeção elétrica: identificar pontos quentes (hotspots) em conexões, disjuntores, barramentos e cabos.
- Manutenção mecânica: encontrar aquecimento anormal por atrito, desalinhamento ou falta de lubrificação.
- Diagnóstico predial e energia: mapear perdas térmicas, pontes térmicas e indícios de umidade (padrão térmico).
O que avaliar antes de comprar
Qualidade da imagem térmica
Resolução e nitidez definem o quanto você enxerga detalhes (pontos quentes pequenos, componentes próximos) e reduzem retrabalho na análise.
Medição confiável
Considere faixa de temperatura, sensibilidade e repetibilidade: em manutenção preditiva, comparar tendências ao longo do tempo costuma ser mais importante do que um “valor isolado”.
Foco, distância e produtividade
Seu cenário manda: painel elétrico a distância, máquinas compactas ou inspeção predial. Recursos de captura, notas e organização por ativo economizam horas no pós-campo.
Como escolher a câmera termográfica ideal
- 1) Tipo de atividade: elétrica (hotspots), mecânica (tendências) ou predial (isolamento/umidade). Escolha pensando no “80/20” do seu dia.
- 2) Criticidade do ativo: quanto maior o custo de falha, mais vale investir em melhor detalhe de imagem e recursos de medição.
- 3) Rotina de inspeção: uso eventual pede simplicidade; rotas recorrentes pedem organização, consistência e relatórios.
- 4) Ambiente e ergonomia: altura, poeira, vibração e tempo de operação influenciam produtividade e segurança.
- 5) Custo-benefício real: considere o tempo economizado no diagnóstico e a redução de paradas — isso paga o equipamento.
Boas práticas e segurança
Para decisões confiáveis, ajuste emissividade, minimize reflexos e registre condições de operação. Em inspeção elétrica, siga procedimentos de segurança (ex.: NR-10) e utilize EPIs adequados ao risco: a termografia reduz contato, mas não elimina o perigo.
FAQ
1) Termografia substitui multímetro?
Não. Ela aponta anomalias térmicas; a confirmação do diagnóstico normalmente envolve medições elétricas e inspeção visual.
2) iXX ou Série T: qual escolher?
A iXX prioriza mobilidade e inspeção guiada por aplicativo; a Série T é voltada para uso profissional intenso e cenários mais críticos.
3) Dá para inspecionar painéis energizados?
É comum em elétrica, mas o procedimento deve seguir as regras de segurança da sua operação (NR-10, análise de risco e permissões).
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